Sempre ouvimos dizer que quem curte o bom e velho Rock and Roll é irresponsável, alienado, agressivo, drogado, entre outras coisas mais. Porém, isso tudo caiu por terra.

A tese de que os roqueiros são mais inteligentes foi confirmada em uma pesquisa feita pela Universidade de Warwick (Inglaterra). O estudo mostrou que os jovens mais inteligentes ouvem o estilo para lidar com situações de pressões associadas a serem talentosos.

Existe no imaginário popular uma ideia de que o rock determina sinal de delinquência e pouca capacidade acadêmica. No entanto, a pesquisa da universidade inglesa afirma que jovens roqueiros surgem rotineiramente como pessoas brilhantes e talentosas.

O velho e conhecido jargão, sexo, drogas e rock and roll surgiu por conta da década de 1960, principalmente, quando o gênero esteve muito atrelado ao ativismo político, quando ídolos do rock levantaram bandeiras em reação contra guerras, anti-ditaduras e lutou bravamente contra a censura.

Naquela época, como o rock imperava como força contrária ao conservadorismo, seus ídolos ficaram muito expostos numa mídia que vasculhava profundamente a vida deles, e então se sabia que muitos eram usuários de drogas. Mas isso não significava que a droga fosse uma exclusividade de roqueiros. O próprio líder dos Rolling Stones, Mick Jagger, disse que naquela época, na Europa e nos Estados Unidos, principalmente, era quase inevitável estar distante das drogas, em especial o jovem que vivia da música. Por conta disso tudo há quem credite até hoje que todo roqueiro tem a sina de ser viciado em drogas. E assim, o mundo do rock passou para muitos, a ser etiquetado como universo de irresponsáveis e de delinquentes, o que é um grande erro.

Na prática, no próprio mundo do rock, alguns roqueiros são exemplos de que o gênero em questão é o que mais possui representantes na orla acadêmica, como podemos elencar na galeria de fotos.