Quem é bom de raciocínio lógico tem mais preguiça do que aqueles de QI mais baixo, segundo pesquisadores da Universidade da Costa do Golfo (EUA).

 

A hipótese foi publicada no Journal of Health Psychology e corrobora a ideia de que pessoas inteligentes se perdem nos pensamentos enquanto os “menos inteligentes” ficam entediados ao pensar demais, partindo logo para algum estímulo externo, como assistir a televisão ou jogar video-game, por exemplo.

Preguiça x inteligência

Os cientistas envolvidos na pesquisa dividiram os 60 participantes em dois grupos: o primeiro foi denominado de pensadores. O segundo, não-pensadores. A partir daí, utilizaram um dispositivo para medir a atividade física e mental das pessoas durante 7 dias.

 

preguiça

 

Perdido nos pensamentos ou com preguiça de começar a trabalhar na papelada? Você pode ser mais inteligente do que seus amigos. 

 

A conclusão dos pesquisadores é de que os indivíduos do grupo de “pensadores” se movimentavam menos do que os “não-pensadores”, propondo então que ser preguiçoso é premissa de inteligência. Eles também identificaram que os mais inteligentes se divertem mentalmente. Ou seja, imaginando situações ou viajando no próprios pensamentos. A pesquisa foi divulgada também no portal Daily Mail Online.

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Essa não é a primeira vez que uma pesquisa nesse campo aparece. Cientistas da Universidade Simon Fraser (Canadá) pediram para que alguns voluntários usassem um exoesqueleto que aumentaria a resistência dos joelhos, de modo que ficaria mais difícil de uma pessoa se manter de pé. Depois de alguns minutos de uso, eles constataram que o corpo mudar a forma de caminharam para diminuir o gasto energético e também ficar mais confortável. Isso propõe uma rápida adaptação fisiológica, relacionada ao sistema nervoso, mediante a “preguiça” de sustentar o corpo quando fica mais pesado. Ou seja: a preguiça pode ser uma das ferramentas de pessoas inteligentes.