O consumo moderado desta iguaria pode trazer vários benefícios nutricionais, já que o alimento, principalmente nas versões amargas, é fonte de nutrientes como cálcio, fósforo, proteínas e outros minerais necessários ao organismo.

Entretanto, o especialista também alerta para os excessos, já que segundo ele o consumo não deve ultrapassar as 30 gramas diárias. “Embora seja rico em nutrientes, o consumo do chocolate deve ser moderado porque pode provocar ganho de peso e distúrbios gastrointestinais como diarreia, náuseas e vômitos”, afirma o médico.

Outro benefício do chocolate é que ele é fonte de antioxidantes, que combatem os radicais livres e ajudam a diminuir o colesterol. Scharf também acrescenta que o consumo leva ao estímulo da produção de serotonina, neurotransmissor que promove bem-estar e alivia a tensão. Porém, a ingestão em excesso atrapalha o emagrecimento e pode levar à dependência psicológica. O abuso do consumo pode causar diarreia e mal estar, levando à necessidade de suspensão imediata do chocolate e hidratação com líquidos. “Sintomas como coriza, urticária, tosse seca e mal estar devem ser monitorados para alertar sobre o limite da ingestão. Se houver desidratação, deve-se procurar um hospital”, comenta o especialista. Inclusive, aqueles que têm intolerância à lactose, por exemplo, podem procurar ovos de chocolate amargo e meio amargo.

Os diabéticos podem recorrer aos chocolates diet.  “Mas o consumo deve ser bem moderado porque ele tem uma quantidade de gordura maior do que o ovo de chocolate tradicional”, alerta.