A estratégia é velha. Você entra no Tinder (ou no Happn, no Loovo, no Twitter, no Facebook…) e conhece aquela gata de tirar o fôlego. As fotos são incríveis, ela é linda, tem um papo interessante e você está louco para conhecê-la. Só tem um problema: quando o encontro acontece, ela não é bem – digamos, como nas fotos.

Pensando nessa turma que já foi enganada por centenas de pessoas nas redes sociais, o dinamarquês Daniel Delouya teve uma ideia: juntar as principais funcionalidades do Tinder e do Snapchat para criar um app de paquera que não permitisse perfis falsos e enganadores.

// Conheça o Blume

Com um design intuito e muito similar ao Tinder, o app permite que você encontre pessoas ao seu redor e “revele” uma selfie, que ela previamente tirou, de 7 segundos. Gostou? Então, agora, você pode curtir e torcer para um match mútuo. A conversa só rola quando ambos sabem quem realmente está por trás do celular. “Quando alguém finge ser quem não é, as pessoas se sentem traídas. Algo como 1 em 10 perfis são fake e isso é muito ruim para as relações”, explica o criador Delouya. A foto também é uma forma de quebrar o gelo, já que, segundo a empresa, 65% das pessoas que recebem o match dessa forma no aplicativo iniciam uma conversa.

Blume

Nada de printscreen

Você sabe que fotos e mensagens são conteúdo confidencial, certo? O Blume também. Quem tira um printscreen pela primeira vez ao usar o app fica banido por duas horas. O período off aumenta conforme a reincidência e, ao chegar no quarto printscreen, você nunca mais usa o app. Então, cuidado.

Banido por printscreen! Foto: Divulgação

Banido por printscreen! Foto: Divulgação